Casa Real dos Açores

 

 

O Rei dos Açores representa o Reino Unido, garante a independência nacional, a unidade do Estado e o regular funcionamento das instituições democráticas e é, por inerência, comandante supremo das forças armadas e chefe máximo do Poder Federalista. (artigo 19 da Constituição Nacional dos Açores)

São funções do Rei:

  • I. O comando das forças armadas do país;
  • II. Exonerar o primeiro ministro, de acordo com que rege esta constituição;
  • III. O governo da Província Real e da capital nacional;
  • IV. A concessão de títulos de nobreza;
  • V. A concessão, por mérito, das condecorações reais (ver Título V da Constituição);
  • VI. Enviar projeto de Lei ou emenda ao Senado Nacional, quando assim for necessário;
  • VII. Conceder o indulto e a graça a pedido do povo ou de autoridade pública, quando assim for permitido por lei;
  • VIII. O comando da Real Chancelaria e o direcionamento da política externa;
  • IX. A convocação dos Estados Gerais, união de todos os açorianos em assembléia com poderes para legislar e intervir na administração do governo açoriano e da política externa do país, para decidir sobre questões urgentes e fundamentais. Seus trabalhos e prazos serão disciplinados pela Ordenação Real que os convoca;
  • X. Prover pelo funcionamento integral do país quando da vacância ou inatividade dos restantes Poderes;
  • XI. Nomear e destituir os magistrados e os membros do Conselho Consultivo;
  • XII. Dissolver o Senado Nacional, de acordo com sua consciência ou atendendo ao clamor popular.

(*) A exoneração do primeiro ministro poderá ser revogada por 2/3 dos votos dos Senadores, não podendo o Rei repetir o ato de exoneração contra o Primeiro Ministro no mesmo exercício legislativo.

O atual Rei dos Açores e de todos os seus territórios é D. Wagner Corte-Real Baccioti Campodonio, duplamente escolhido por aclamação popular e por legítimos direitos dinásticos durante o processo de Restauração da Independência dos Açores.

Dom Wagner I foi coroado e entronizado no dia 3 de maio de 2009, na Cateral de São Sebastião.

 

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